5 vinhos de 2018 para não esquecer! À laia de memória deixamos  estes vinhos que neste ano a terminar nos marcaram e partilhamos convosco. Não sendo especialistas na matéria, marcaram o palato e a recordação.

Vinho do Chile? Chegou-nos a casa uma oferta deste vinho, um dos Sauvignon Blanc mais premiados no Chile, o ‘Casas del Bosque Sauvignon Blanc Reserva 2017’. E, percebemos, rapidamente que será a proposta ideal para os dias quentes e compridos que se aproximam.

Produzido no Chile a partir de uma fantástica colheita noturna de 2017, que permaneceu em contacto pelicular durante cinco dias antes de ser prensado, o ‘Casas del Bosque Sauvignon Blanc Reserva 2017’ é um vinho fresco, elegante e estruturado que surpreende pelo aroma e sabor. A colheita de 2017 caracteriza-se por um toque de espargos, marmelo e um toque floral que lembra pêssego branco. No nariz predominam notas intensas de limão, goiaba e sal marinho, com um toque de fumado. Na boca, sabores intensos de toranja, em sintonia com estrutura muito mineral e acidez fresca. O final é largo e limpo.

Único vinho branco vencedor em competição mundial? Parece estranho mas, é verdade, um evento de extrema importância para os vinhos mundiais, o Concurso Mundial de Bruxelas 2018 foi realizado em Pequim, entre os dias 10 e 13 de maio. A 25ª edição atribuiu 14 medalhas de Grande Ouro a vinhos provenientes de seis continentes diferentes. Monte da Ravasqueira Branco Superior 2017 destacou-se na competição, sagrando-se único branco vencedor português entre os premiados desta categoria.

Composto pelas castas Alvarinho, Viognier e Sémillon, Monte da Ravasqueira Branco Superior 2017 é um blend gastronómico com intensidade aromática a frutas frescas e notas de bolacha maria, com estágio de 20% do lote em barricas de carvalho francês.

Contos da Terra 2006’ e ‘Pôpa Black Edition 2015’: de anos e com perfis diferentes, são estes os novos tintos lançados pela duriense Quinta do Pôpa, situada em Tabuaço, numa verdadeira janela para o rio que atravessa a mais antiga região vitivinícola do mundo, e gerida pelos irmãos Stéphane e Vanessa Ferreira.

O ‘Contos da Terra tinto 2016’ respira o Douro e é um vinho versátil, jovem, fresco e de aroma frutado, para se beber diariamente. Mais elaborado, o ‘Pôpa Black Edition tinto 2015’ é um vinho de conforto, quente, que promete fazer reviver o charme das lareiras e o prazer da literatura, mas igualmente convidativo numa mesa repleta de boa gastronomia.

O ‘Contos da Terra tinto 2016’ é um vinho que junta Tinta Roriz (30%), Touriga Franca (30%), Touriga Nacional (30%) e Tinta Barroca (10%), num processo de fermentação e estágio em cubas inox. Um tinto jovem  cor vermelho rubi. É jovem e com um aroma a frutos vermelhos ligados a uma frescura atribuída pela menta. Na boca, a entrada é macia e cremosa, elegante e de tanino suave. O final é guloso e apetitoso e, por isso, versátil e extremamente gastronómico.

A Quinta do Casal Branco foi a grande vencedora do “IX Concurso de Vinhos do Tejo”, arrebatando nove prémios no evento organizado, no dia 24 de Março de 2018, pela Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e promovido pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo, cerimónia realizada no Hotel dos Templários, em Tomar, e que juntou cerca de 400 pessoas.

Além do Galardão “Enólogos do Ano” atribuído em ex aequo a Manuel Lobo de Vasconcellos (enólogo consultor) e Joana Silva Lopes (enóloga residente), a 8ª edição da “Gala Tejo” distinguiu ainda a Quinta do Casal Branco com duas de três Medalhas de Excelência pelos seus mais recentes “Falcoaria Fernão Pires Vinhas Velhas Branco 2016” e “Falcoaria Colheita Tardia Branco 2014”, também estes galardoados com Medalha de Ouro.

Com Medalha de Prata, a Quinta do Casal Branco viu consagrados os vinhos “Falcoaria Grande Reserva Tinto 2015”, “Falcoaria Clássico Tinto 2014” e “Terra de Lobos Rosé 2017”, este último também premiado como 2º Melhor Rosé.

No concurso anual que, este ano, juntou 37 produtores (mais três que em 2017) e 116 amostras (mais oito que no ano passado), foram premiados 50 vinhos de 22 produtores.

Por último, os vinhos da Casa da Atalaia, não por ordem de importância.  A Adega Casa de Atalaia, que hoje em dia, após obras de requalificação apresenta-se como um espaço de memória que nos mostra, através de visita guiada, os vários processos inerentes à vinificação.

Foi-lhe conferida novas vivências para múltiplas ocasiões com inúmeras vertentes, entre as quais: casamentos, festas temáticas, kick-offs de empresas, almoços e/ou jantares vínicos, entre outros. Junto ao tegão existe, agora, uma loja onde poderá adquirir os vinhos Casa de Atalaia e algumas iguarias típicas da região da Península de Setúbal. De salientar o seu vinho tinto de 2011, Península de Setúbal com as castas Castelão e Alicante Bouschet e uma fermentação segundo métodos tradicionais.

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