Guitarras ao Alto, evento musical que acontece no Alentejo, volta para a sua 5.ª edição. Este ano o Festival conta com Bruno Pernadas e Mário Delgado como artistas convidados, faltando menos de um mês para o primeiro concerto que acontece a 24 de maio no Crato.

O desafio mantém-se: um encontro inédito de duas gerações de músicos que se unem pelo seu amor à guitarra. Bruno Pernadas junta-se assim a Mário Delgadopara criar nova música que será apresentada em exclusivo em vários palcos representativos do património arquitectónico do Alentejo.

A ligação com a região do Alentejo continua a ser a matriz deste Festival: um evento inédito em Portugal, inspirado na música, no vinho, na gastronomia, na paisagem e no património. Um regressar às origens e uma valorização do interior do país, levando para além dos grandes centros urbanos música de qualidade acessível a todos. Um hino à guitarra e ao espírito interventivo alentejano, divididos por 4 terras da região: o Crato (24 maio), Estremoz (25 maio), Avis (31 maio) e Beirã-Marvão (1 junho).

Este ano, o Guitarras ao Alto vai brindar a todos os que vierem aos espetáculos com os vinhos Nunes Barata de Cabeção/Mora.

Todos os bilhetes são a 5€ e podem ser adquiridos à porta ou através de reserves no site oficial: www.guitarrasaoalto.pt

Bruno Pernadas
Compositor, arranjador, produtor, improvisador. São cada vez mais os epítetos deste músico que iniciou o seu percurso musical aos 13 anos na guitarra clássica, e que completou a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e a Escola Superior de Música de Lisboa. Já com uma vasta discografia em nome próprio, tem na guitarra o seu instrumento de eleição e mil e um géneros musicais por inspiração: Folk, Jazz, Space Age-Pop, Exótica, Afro-beat, Rock Psicadélico, Electrónica, Ambient.

Mário Delgado
Guitarrista excelentíssimo, com origem na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, já emprestou a sua arte na guitarra eléctrica a músicos dos 4 cantos do mundo, e tem colaborado com músicos portugueses, do jazz ao rock e à música popular, como Anamar, José Mário Branco, Mafalda Veiga, Lua Extravagante, Jorge Palma, Mário Laginha, Maria João e Janita Salomé. Temos de destacar em particular o projecto TGB com Alexandre Frazão e Sérgio Carolino, que acaba de editar o seu terceiro disco.


Os “Reencontros – Memórias Musicais no Palácio de Sintra”, com direção artística de Massimo Mazzeo, regressam a este Palácio Nacional, de 4 a 25 de maio, com alguns dos mais conceituados intérpretes e agrupamentos internacionais especializados nos repertórios medieval e renascentista. O Palácio Nacional de Sintra recebe em estreia, neste ciclo, concertos dos históricos Ensemble La Fenice (criado em 1990) e Ensemble Clément Janequin, fundado em 1978. A quinta edição dos “Reencontros” conta ainda com a participação do Ensemble Arte Musica e de um agrupamento encabeçado pelo consagrado tenor de música antiga italiano Marco Beasley. 

O ciclo “Reencontros” tem início no dia 4 de maio, com um programa dedicado à música veneziana, que recria a cerimónia de coroação dos doges, conduzido pelo Ensemble La Fenice, com direção de Jean Tubéry. Neste concerto, ouviremos obras de Giovanni (1557?-1612) e Andrea Gabrieli (1532/33-1585), que pontuavam estas celebrações, num programa especialmente concebido para a Sala dos Cisnes do Palácio de Sintra e que decerto transportará o público para os magníficos espaços da Basílica de São Marcos e do Paço Ducal de Veneza. 

O segundo concerto, no dia 11 de maio, recupera a canção francesa do século XVI. Dirigido por Dominique Visse, o Ensemble Clément Janequin apresentará um programa repleto de humor e colocado sob o signo do epicurismo, com o elogio dos prazeres, do amor, do vinho, em resumo, uma celebração da (boa) vida.

No sábado, 18 de maio, chega de Itália o Ensemble Arte Musica, com um programa que apresenta obras de dois notáveis compositores da época conhecida por Maneirismo: Sigismondo d’India e Claudio Monteverdi. Os Arte Musica propõem-se ilustrar a transição do estilo “antigo” (polifónico) para o estilo “moderno” do canto acompanhado e da nova técnica do “recitar cantando”, de certa forma precursora da ópera.

Os “Reencontros” chegam ao fim no dia 25 de maio, com o tenor Marco Beasley a dirigir um ensemble multinacional num programa que celebra a civilização mediterrânea através das formas musicais de dança típicas do sul de Itália durante o século XVI. Neste concerto, abordam-se os processos de “mestiçagem” musical típicos desta região, quer pela confluência de diferentes povos que nela se fixaram, quer pela retroação que ali se verificou entre as músicas de extração popular e as músicas que se ouviam na corte napolitana.

Sala dos Cisnes

O ciclo “Reencontros – Memórias Musicais no Palácio de Sintra” é uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Centro de Estudos Musicais Setecentistas em Portugal (CEMSP), tendo por diretor artístico o maestro Massimo Mazzeo. Os “Reencontros” dão continuidade à 5.ª Temporada de Música Erudita da Parques de Sintra, que iniciou em março com os “Serões Musicais no Palácio da Pena”, e termina com o ciclo “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”, em outubro e novembro.

Informações úteis:

Preço de bilhete por concerto: 15€

Preço de Bilhete Ciclo (4 concertos): 51€

Capacidade da Sala dos Cisnes: 160 lugares

Locais de venda: Bilheteiras da Parques de Sintra, FNAC, Worten, El Corte Inglés, Altice Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais.

Online em www.parquesdesintra.pt e em www.blueticket.pt

M/6

Após o início do espetáculo, apenas no intervalo será permitida a entrada na sala. Poderá haver concertos sem intervalo. 

Falta de comparência ou atraso não dão direito a reembolso do valor do bilhete.



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