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Telemóvel: a obsessão da década

O telemóvel é a obsessão da década. São muito poucos os que passam um dia sem ‘olhar’ para o telemóvel.

A facilidade da partilha de informação e a velocidade a que esta chega, para além das possibilidades de negocio e contato que as redes sociais possibilitam tornam impossível à geração mais informada não aceder ao clique, a qualquer hora, em qualquer lugar!

Talvez a primeira coisa que faça quando acorda e a última antes de dormir seja ‘checkar’ o seu feed ? Estou enganada ou sou só eu?!

Os estudos deixam claro os efeitos deste ‘vicio’ para a saúde e são perentórios… A partir das 22h30 esqueça o telemóvel! Tudo o que interrompa o normal circuito circadiano aumenta a probabilidade de instabilidade emocional, depressão e até bipolaridade.

Surpreso?! Aposto que não é nada de novo… Se explorarem um pouco mais o site Acuriosa este tema também não é novidade.

 

Os participantes deste estudo, que foi o primeiro a analisar em larga escala as a interrupção do normal funcionamento do relógio biológico, também demonstraram níveis de felicidade reduzidos e, pelo contrário, e altos níveis de solidão.

Foram estudadas mais de 91 mil pessoas entre os 37 e os 73 anos e monitorizadas durante sete dias por acelerómetros de pulso para medir o ritmo circadiano (responsável pelo relógio biológico que controla o sono e o apetite) e perceber o que o perturba.

À diferença dos ritmos de atividade e descanso chama-se amplitude relativa e os investigadores concluíram que os indivíduos com menor amplitude relativa eram os que tinham maior risco de problemas de saúde mental, mesmo depois de tidos em conta fatores como a idade, sexo, estilo de vida, educação e traumas de infância.

Como cada vez mais pessoas estão a viver em ambientes urbanos, o que aumenta o risco de perturbações no ritmo circadiano. Os especialistas afirmam que o próximo passo será identificar os mecanismos pelos quais as causas genéticas e ambientais da perturbação circadiana interagem para aumentar o risco individual de depressão e bipolaridade.

Para saberem mais leiam aqui.

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